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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Filmes de Ballet III

 Neste último post sobre filmes de ballet, apenas me falta fazer referência a três dos nove filmes que nomeei. 

 Save the last dance conta a história de Sara Johnson, uma rapariga de 17 anos que sempre sonhou em ser bailarina profissional. Porém, os seus planos vão por água abaixo quando a sua mãe morre num acidente de carro e é obrigada a ir viver com o pai em Chicago. Intimidada pela sua nova vida, Sara busca refúgio nos clubes locais onde conhece um rapaz que partilha com ela o gosto pela dança. Porém, eles descobrem, mais tarde, que a pressão existente entre os dois se irá tornar numa barreira maior do que a diferença de cor ou de classe, para que possam iniciar uma relação.



                                 
 A Companhia é um filme dirigido por Robert Altman e centra-se nas dúvidas e problemas da vida duma talentosa bailarina, Ry, após esta se tornar a estrela de uma companhia de ballet.








The Turning Point conta a história de duas bailarinas, Deedee Rodgers e Emma Jacklin que seguem caminhos diferentes na vida, Deedee constituindo família e Emma seguindo a sua carreira. As duas perdem contacto até que Emilia, filha de Deedee, tem a hipótese de dançar na companhia que tem como directora, Emma, fazendo renascer uma rivalidade entre elas. Apesar da amizade destrocida, Deedee e Emma, agora mentora de Emilia, torcem pelo sucesso desta.

Bailarina




       Texto tirado do site: http://www.bailarinas.kit.net/


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Filmes de Ballet II


 Nesta continuação do post anterior vou fazer novamente referência a alguns dos, na minha opinião, melhores filmes de Ballet.

  
 Center Stage conta a história de um grupo de jovens que têm em comum a dedicação exaustiva à dança treinando com o vigor de atletas olímpicos. Para isso  chegam a sacrificar os seus prazeres pessoais. Enquanto vivem alegrias e tristezas  relacionadas com o amor e a sua juventude, eles sonham com um lugar numa famosa e selectiva academia de dança.





 
 Center Stage - Turn it Up conta a história de Kate Parker, uma jovem que sonha, desde sempre, dançar na American Ballet Academy. Kate aprende mais tarde, quando não é aceite na academia, que o talento natural não basta para quem quer vencer no mundo da dança, é preciso muita responsabilidade e, principalmente, muito amor à dança.



   Quando a Dance Motive, uma companhia de dança de Nova Iorque, perde o seu director artístico, Alex Mcgrath, vítima de um derrame cerebral, não só a Dance Motive perde o seu fundador como, também, fica sem ninguém para tomar a sua frente e substituí-lo significando, assim, o fim da companhia.
 Alex deixou um grande legado de dança entre os quais uma coreografia criada hà sete anos, mas jamais apresentada. A companhia agora vê a chance de se manter unida estreando esta obra. Entretanto, para que isso aconteça, eles precisam de chamar os bailarinos originais, Travis McPhearson, Chrissa Lindh e Max Delgado que tinham abandonado tudo durante a criação.
Bailarina








Texto tirado dos sites: http://www.bailarinas.kit.net/
                               http://interfilmes.com/filme_21170_Sob.a.Luz.da.Fama.O.Poder.da.Paixao-(Center.Stage.Turn.It.Up).html
    

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Filmes de Ballet I

  Filmes de Ballet são a combinação perfeita de duas grandes artes: o cinema e a mãe de todas as danças - o Ballet. É por isso que neste e nos dois próximos posts vou fazer referência aos, na minha opinião, melhores 9 filmes de Ballet.

 A Dança é um filme da autoria de Frederick Wiseman que explora uma das melhores companhias de Ballet do mundo, o Ballet da Ópera de Paris revelando todos os aspectos do trabalho e da vida desta instituição.
 Neste filme Wiseman filma ensaios e performances destacando o rigor, a perfeição técnica e a precisão dos movimentos.






 Ballet Shoes é um filme baseado na obra escrita por Noel Streatfeild em 1936.
A história gira em torno de três pobres irmãs adoptadas, Pauline, Petrova e Posy Fossil. 
Pauline tem um talento enorme para a representação, Petrova é apaixonada por mecanismos tais como automóveis e aviões e o seu maior desejo é voar. Posy, a  mais nova das três, adora dançar e quer ser bailarina.
O título do filme, Sapatos de Ballet, deve-se às sabrinas de pontas que foram entregues juntamente com Posy à sua família de adopção.


  
Este filme conta a história de Billy Elliot, um rapaz inglês de 11 anos. Obrigado pelo pai a praticar boxe, Billy fica fascinado com a magia do ballet, ao qual tem contacto através de aulas de dança clássica que são realizadas na mesma academia onde pratica boxe. Incentivado pela professora de ballet, que vê em Billy um talento nato, ele resolve então pendurar as luvas de boxe e dedicar-se de corpo e alma à dança, mesmo tendo que enfrentar a contrariedade do seu irmão e do seu pai à sua nova actividade.
Bailarina




                                    http://www.bailarinas.kit.net/
              

domingo, 24 de julho de 2011

Posições de braços e pés

  As posições dos braços e pés são a base de toda a aprendizagem académica do Ballet Clássico. Foram criadas por Pirre Beauchamp, bailarino, coreógrafo e compositor francês e, também, um dos directores da Academia Real de Ballet criada em 1661 pelo rei Luís XIV.

     As posições de braços são:

  
  Além destas 5 posições:
   Bras-bas - braços em baixo. É uma posição inicial dos braços em que todas as outras posições se iniciam. Posição de descanso para os braços entre os exercícios.


  
    As posições de pés são:

     

    


    

Bailarina


   Além destas 5 posições:
    6ª posição - posição na qual os pés ficam paralelos na linha da bacia. É utilizada, principalmente, no Ballet Contemporâneo.


  

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Breve história do Ballet Clássico

 A história do ballet clássico começou há 500 anos atrás na Itália. O primeiro ballet registado aconteceu em 1489, para comemorar o casamento do Duque de Milão.
 Os ballets da corte possuíam graciosos movimentos de cabeça, braços e tronco em pequenos e delicados movimentos de pernas e pés.
 Quando a italiana Catarina de Medicis casou com o rei Henrique II  e se tornou rainha da França, introduziu esse tipo de espectáculo na corte francesa sendo aprimorado nas ocasiões especiais combinando dança com música, atingindo o auge da sua popularidade quase 100 anos mais tarde através do rei Luís XIV.
 A dança deixou, assim, de ser considerada apenas um passatempo da corte e passou a ser considerada uma profissão. Em princípio, todos os bailarinos eram homens, mas, no fim do séc. XVII, a Escola de Dança passou a formar bailarinas que, apesar dos seus ainda limitados figurinos, ganharam logo importância.
 O desenvolvimento da técnica da dança e dos espectáculos profissionais trouxe a necessidade de dar um significado aos movimentos da dança. A solução foi o "Ballet de Acção" inaugurado no final do séc. XVIII por Jean-Georges Noverre, isto é, a dança passou a ter uma narrativa que apresentava um enredo e personagens reais, modificando totalmente a forma do Ballet até então.
Marie Taglioni
 O Romantismo do séc. XIX transformou o Ballet substituindo heróis e heroínas por figuras exóticas e etéreas, movimento este inaugurado por Marie Taglioni para quem foi criado o ballet "A Sílfide", o primeiro bailado com utilização de sapatilhas de pontas por parte das bailarinas.
 Outro ballet romântico, "Giselle", que consagrou a bailarina Carlota Grisi, foi a mais pura expressão de período romântico.
 O período Romântico na Dança, após algum tempo empobreceu na Europa, ocasionando ao declínio do Ballet. Isso, porém, não aconteceu na Rússia. As companhias do ballet Imperial em Moscovo e São Petersburgo, foram reconhecidas pelas suas soberbas produções e muitos bailarinos e coreógrafos fora trabalhar com eles.
 Mauris Petipa, um coreógrafo francês emigrante na Rússia, usou a música de Tchaikovsky na criação de três dos mais importantes ballets do mundo: a "Bela Adormecida", o "Quebra-Nozes" e o "Lago dos Cisnes".    Mas, o sucesso de Petipa não foi eterno e o Ballet entrou de novo em decadência. Desta vez, o editor russo de uma revista de artes, Serge Diaghilev, trouxe para a audiência francesa os melhores bailarinos das Companhias Imperiais, como Ana Pavlova e três grandes ballets sob direcção de Michel Fokine.
 Mais tarde, em 1911, Diaghilev formou a sua própria Companhia, o "Ballet Russo", começando uma nova era do ballet.
 Até à morte de Diaghilev, em 1929, o Ballet Russo encantou plateias na Europa e na América, devendo a sua popularidade à capacidade do seu criador em descobrir novos talentos.
Bailarina
 Devido ao facto de ser uma arte muito viva, o ballet ainda continua em mutação, mas, apesar das novas danças e das novas tendências, existe e existirá sempre um palco e uma grande audiência para os trabalhos tradicionais e imortais.